segunda-feira, 24 de junho de 2019

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Protótipos da intervenção

Protótipo carteiras da sala das projeções

Acrílico com sistema de led do protótipo das fotos

Protótipo das fotos

Protótipo das fotos

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Sistematização da visita ao Inhotim

A galeria "Cosmococa" foi escolhida pelo grupo, devido a grande interação do visitante com o espaço.
  1. Observar a relação da obra com o prédio. Quais as interferências do prédio na obra? A arquitetura do prédio interfere na disposição da obra, já que a separa por salas, o que o grupo interpretou como referente às fases do corpo diante do uso da cocaína. Apesar dessa segregação, a arquitetura não ordena nem limita o participante da obra, mas gera sensações diversas, como ocorre na sala dos balões devido ao chão irregular.
  2.   Reparar no prédio seus percursos internos. Como o prédio nos conduz até a obra? O prédio possibilita a aleatoriedade na condução da obra, podendo entrar em qualquer uma das cinco salas independente da ordem. Dentro das salas, somos conduzidos a participar da obra, seja brincando com as almofadas de formas e tamanhos variados de uma sala, deitando no colchão de outra sala, balançando na rede de outra, entre outras possibilidades de interação, de modo a gerar diversas sensações.
  3. Observar o prédio no contexto do Inhotim. Como se dá sua inserção na paisagem? Como são os percursos até o prédio? O percurso até o prédio é longo, cheio de curvas e não linear.  Por ele passamos em frente de diversas prédios e somos constantemente surpreendidos pela passagem dos carrinhos, tendo que nos desviar. Ao chegar no prédio, é possível observar que não se insere na paisagem, visto que essa é repleta de elementos da natureza e o prédio é um grande bloco cinza, destoando muito da paisagem.




CROQUIS

Cosmococa (croqui externo)

"Sala dos Balões" na Cosmococa (croqui interno)
Grupo: Ariane, Clarice, Henrique, Mariana, Kaique

domingo, 2 de junho de 2019

Primeiro storyboard




Ideias concretas para a intervenção

Após muitas discussões, o grupo decidiu agregar a sala posterior a salinha na intervenção, o que possibilitou a utilização das certeiras antigas existentes no local, bem como a virtualização do vídeo que se passa no local, rompendo com a estaticidade que ele atribuía ao espaço. A ideia mantém o local como fonte de informação, tal como é hoje.
A ideia final consiste em:

O OBJETIVO
A intervenção proposta neste trabalho objetiva romper a estaticidade e a ortogonalidade presentes nas primeiras salas da Casa da Glória, em Diamantina.  O desafio deste projeto é criar o maior engajamento e interação do público com o local, buscando a virtualização das informações sobre a história do lugar. 

COMPOSIÇÃO
Encontra-se, na primeira sala, quarenta fotos, assim como caixas de som alocadas cada uma em um canto da sala, estes elementos se relacionam a quatro temas referentes às quatro fases da Casa da Glória, sendo eles: Diamantina Colonial, Colégio Nossa Senhora das Dores, Abandono e Instituto Eschwege . Visando a criação de interação do visitante com a exposição, tem-se a necessidade do contato do indivíduo com as imagens, reorientando-as verticalmente.
Assim, ao interagir com uma foto, o sistema de led é ativado. Sendo assim, os leds dos demais componentes, pertencentes ao tema desta,  são ativados pelo arduíno que se conecta a todos eles. Evidencia-se, que a melhor assimilação do som ocorre ao se aproximar dele.
Na segunda sala, tem-se carteiras antigas desordenadas e, algumas, sobrepostas distribuídas pelo espaço. Nas paredes do local há três projeções do vídeo que trata sobre a história da Casa, estando o som dele ambientado na sala.

MATERIAIS
  • 40 acrílicos 15x20cm
  • 40 fotos 11x16 (dividas, igualmente, pelos quatro temas)
  • 40 sistemas de led com sensor de mercúrio
  • 4 arduínos
  • 5 caixas de som
  • 3 projetores
  • Cabos 
  • Carteiras antigas do Colégio Nossa Senhora das Dores
sistematização do sistema elétrico das fotos