domingo, 24 de março de 2019

Som de ambientação do hall

https://soundcloud.com/marina-kaori/aup-com-fim-online-audio-convertercom

Grupo: Marina Kaori, Beatriz Oliveira, Mariana Leite

quinta-feira, 21 de março de 2019

Visita ao Museu de Arte da Pampulha

Desenho do Museu

Croqui rápido da escultura de Alfredo Ceschiatti 

Desenho de sobreposição de vistas da escultura de Alfredo Ceschiatti 

domingo, 17 de março de 2019

Escola de Arquitetura da UFMG - Hall e parte externa




Espaço com ambiência que me agrada

Meu quarto, ambiência significativa com anotações.









Desenhos refeitos do meu quarto. Representação dos aspectos intangíveis através da escolha e tonalidade das cores, bem como pela disposição dos elementos do local.

Trabalho em dupla - Elementos de representação pessoal

O desenho representa a união com a família e a franqueza que ela possui, que se relaciona à transparência do copo, sendo as flores, devido o significado de cada, uma forma de manifestar o amor, a paz, a harmonia e a proteção trazidos por estes princípios.













Desenho do meu objeto  feito pela Letícia Cristine.

Meu objeto.
Som que me representa É o som da roça do meu avô, uma pessoa muito especial para mim. Este local é o único que me sinto totalmente livre e realizada, bem como é muito simples e humilde, características que são básicas para mim.

terça-feira, 12 de março de 2019

Sobre o texto "Os ultra-ricos preparam um mundo pós-humano" de Douglas Rushkoff

Os instintos de autopreservação e sobrevivência da espécie são intrínsecos ao ser humano segundo Sigmund Freud, tendo-se como exemplo a busca do desenvolvimento de tecnologias que sirvam de defesa ao "fim do mundo". Entretanto, tal como explicitado no texto de Douglas Rushkoff, o acesso a esta demanda é restrito à elite mundial, a qual ignora os problemas existentes na sociedade. Diante desse contexto, fica patente o quão excludente é a "salvação da humanidade", visto a segregação da acessibilidade às supracitadas inovações. Ante o exposto, convém ressaltar que esta marginalização é, apenas, um reflexo da hodierna comunidade mundial, havendo como exemplo o crescente isolacionismo habitacional que é visível na construção de condomínios, nos muros altos das residências e, principalmente, na divisão dos bairros consoante às classes sociais. Diante disso, restringe-se o contato entre pessoas, cada qual com uma realidade econômica-social, extinguindo a visão pró-humana, inclusiva e igualitária resultante dessa interação e, dessa maneira, gerando a inicial limitação de acesso da população mundial às tecnologias de defesa ao "evento". Perante o apresentado, fica patente a urgência na mudança da visão pessoal de cada indivíduo, de modo a torna-la mais coletiva e, assim, desenvolver inovações que tornem possível a permanência, sobrevivência e preservação humana na Terra.